Assim como as câmeras, telefones e computadores evoluíram com a tecnologia para deixar nossas vidas mais práticas, na Odontologia não foi diferente. Com relação às imagens, o princípio é mesmo, mas o modo como fazemos exames radiográficos mudou - pra melhor!

Antes dos sensores de raios X, o processo de obtenção de uma imagem radiográfica acontecia assim: você colocava o filme em posição, selecionava o tempo de exposição no aparelho e realizava o disparo. Depois disso, o filme era sensibilizado pelos raios X e precisava ser revelado - processo que onerava muito tempo, era passível de erros por conta do operador e muitas vezes comprometia a qualidade do diagnóstico. 

Atualmente, as películas de filme já não são mais necessárias. Novas tecnologias como os sensores intraorais (sensor direto) e as placas de fósforo (sensor indireto) estão no mercado brasileiro há bastante tempo, mas o dentista ainda não parou para fazer as contas - e a matemática nesse caso é simples. 

Vamos lá:

Se uma clínica realiza 100 radiografias periapicais por mês, consome pelo menos uma caixa de filmes + os produtos para fixação e revelação (consideramos um litro de cada). 

Só o custo desse material, desconsiderando a câmara reveladora, o espaço dentro do consultório e a hora clínica do profissional (sim, isso tem valor), já temos um gasto de aproximadamente R$ 190. 


Fazendo uma conta bem simples:

Vamos considerar uma clínica com renda mensal de R$ 15 mil, que funciona 8 horas por dia, 20 dias no mês. O valor da hora dessa clínica é de R$ 93,75.

Se ela realizar 9 radiografias por dia:

9 radiografias x 4 minutos (tempo de revelação) = 32 minutos por dia 

32 minutos x 20 dias no mês = 720 minutos = 12 horas/mês

12 horas x R$ 93,75 = R$1.125 de renda incremental gastos na revelação de radiografias. 

Como “comprar tempo” e focar na produtividade?

Essa é uma pergunta importante no dia a dia do cirurgião dentista. E, com a utilização do sensor intraoral é possível “comprar o tempo” e ainda agregar valor ao seus procedimentos. 

Diferente do processo convencional, você precisa apenas posicioná-lo na boca do paciente e selecionar o tempo de exposição no aparelho de raios X. Depois que o disparo for realizado, a imagem é transmitida automaticamente para um computador. Simples, rápido, sem comprometer tempo e investimento na revelação dos filmes. 

Além disso, o sensor intraoral ainda oferece uma série de outros benefícios:

#Mais velocidade no atendimento: não é necessário interromper o tratamento para a revelação das radiografias. Essa economia é real, considerando o tempo clínico do profissional gasto no processo, além do investimento em filmes, reveladores e fixadores. Sem falar que, com ele, deixamos de gerar inúmeros resíduos para o meio ambiente. 

#02 As imagens ficam salvas no servidor: além de facilitar o processo, elas também ficam protegidas da influência do tempo e você não precisa se preocupar com o arquivamento físico. 

#03 A utilização de uma tecnologia digital também agrega valor ao tratamento: com o sensor intraoral você consegue cadastrar seus pacientes de um jeito simples, explicar seus diagnósticos direto pela tela do computador, utilizar ferramentas que permitem a elaboração de diagnósticos mais precisos, editar e arquivar as imagens, além de compartilhar facilmente as informações entre profissionais e operadoras odontológicas. 

Faça as contas do número de radiografias que você utiliza todos os dias. Quanto você investe de tempo, produtos químicos e armazenamento dessas radiografias? Certamente, esse valor é maior que o de uma parcela de um sensor intraoral. Então não perca tempo, digitalize sua clínica!